Sua empresa consegue demonstrar, de forma estruturada, como gerencia os riscos psicossociais?

Com a atualização da NR-1, a gestão de riscos psicossociais passou a integrar formalmente o escopo do GRO — e a omissão tem peso jurídico real. Este guia reúne o que mudou, o que a fiscalização avalia e como estruturar a conformidade de forma genuína.

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Um guia feito para decisores — não para especialistas em SST

Este material foi elaborado pela equipe trabalhista da LBCA para gestores jurídicos, de RH e lideranças executivas que precisam compreender o tema com profundidade — e transformar uma exigência regulatória em gestão preventiva real.

O que mudou na NR-1 e por que essa mudança

tem impacto direto no seu negócio


Quais riscos psicossociais sua empresa precisa

identificar, documentar e monitorar


Os impactos jurídicos concretos para quem não

consegue demonstrar conformidade


Como estruturar a gestão de forma integrada entre

Jurídico, RH e liderança


Um guia prático de implementação com perguntas

frequentes respondidas de forma objetiva





A conformidade apenas formal pode aumentar o risco — não reduzi-lo

Uma empresa com documentação impecável, mas com histórico de afastamentos por transtornos mentais, conflitos recorrentes e alta rotatividade, terá dificuldade em sustentar sua defesa em uma fiscalização ou litígio.

A NR-1 atualizada exige coerência entre o que está escrito e o que acontece na prática. A fiscalização avalia o sistema de gestão como um todo — não apenas a existência de documentos.

Três pontos centrais que

as empresas precisam entender:

1.O risco psicossocial agora é responsabilidade formal

Ele passa a constar expressamente do GRO, com obrigação de identificação, avaliação, controle e monitoramento documentado.

2. A abordagem precisa ser coletiva e organizacional A avaliação não é exame médico individual — o foco está

nos aspectos da organização do trabalho que podem ser modificados.

3. A omissão tem consequências jurídicas e

reputacionais Responsabilização trabalhista, passivo previdenciário e fragilidade documental em litígios são riscos reais para quem ainda não estruturou esse processo.

Expertise jurídica aplicada à realidade do negócio

A LBCA — Lee, Brock, Camargo Advogados — atua há mais de 20 anos no assessoramento jurídico empresarial, com equipes especializadas em Direito Trabalhista, Compliance, Saúde Ocupacional e Governança.


Nossa abordagem combina profundidade técnica com leitura estratégica do negócio — para que as decisões jurídicas sejam tomadas antes que os problemas se instalem.

Perguntas

& respostas:

O ponto de partida recomendado é estruturar o processo internamente: definir responsáveis, envolver áreas estratégicas (Jurídico, RH, SST), engajar as lideranças e levantar dados já existentes — afastamentos, absenteísmo, turnover e análises ergonômicas são fontes valiosas de diagnóstico.


Não. A avaliação psicossocial não é exame

médico nem investigação clínica individual. Seu

foco está nos aspectos objetivos e modificáveis

da organização do trabalho — carga de trabalho, autonomia, clareza de papéis, suporte da liderança

e modelo de gestão.


A fiscalização tende a avaliar a coerência e efetividade do sistema de gestão como um todo — não apenas a existência de documentos. A incoerência entre registros formais e a realidade operacional pode fragilizar significativamente a posição da empresa.

Sim. A lógica do GRO se aplica a organizações

em geral. A Avaliação de Exposição a Perigos (AEP)

é obrigatória para todas as empresas com empregados celetistas, inclusive microempresas e EPPs, mesmo quando há dispensa de elaboração do PGR.

Acesse o guia completo sobre NR-1 e riscos psicossociais

Elaborado pela equipe jurídica da LBCA para

apoiar a tomada de decisão de gestores e

líderes empresariais.

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